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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Missionários realizam culto em boate no combate a exploração sexual e trafico de pessoas

O trabalho também consiste em ajudar a se libertarem quem está na mira do tráfico sexual e tráfico de pessoas

Contra exploração sexual, missionários fazem cultos em boateContra exploração sexual, missionários fazem cultos em boate

Missionários cristãos participantes do projeto Iris Fortaleza resolveram lutar contra a exploração sexual realizando cultos na boate da Praia de Iracema, localizada em uma zona reconhecida internacionalmente pela exploração sexual.
A equipe trabalha com crianças e adolescentes que já foram explorados no local, o projeto com essas crianças já completou quatro anos, mas os cultos são recentes.
Foi a própria casa quem convidou os missionários para evangelizarem no local. “Ficamos surpresos com o agir de Deus e empolgados com a possibilidade. Deus agiu de uma maneira sobrenatural, e conseguimos alcançar o coração de Deus para aquele lugar, tanto que hoje já realizamos o segundo culto no local”, afirmaram os organizadores.
Os missionários trabalham evangelizando e fazendo acolhimento nas zonas de prostituição na capital cearense. O projeto também inclui a sensibilização e a mobilização sobre o tráfico humano, acompanhando meninos e meninas que abandonam as ruas em busca de trabalho.
Eles relatam que no ano passado, durante a época da Copa do Mundo no Brasil, algo muito marcante aconteceu com uma jovem que recebeu proposta para “trabalhar” no México. Desconfiados de que se tratava de um golpe de tráfico de pessoas, os missionários resolveram clamar a Deus por uma intervenção divina.
“Oramos para ver uma maneira de Deus agir naquela situação, sabendo dos riscos que ela e nosso time estaria correndo. Dois de nossos missionários resolveram conversar com o homem para ver as suas intenções. Nesse tempo, oramos sobre a vida dele e pedimos que Deus se revelasse a ele de alguma maneira. Depois de uns dias fomos surpreendidos com um testemunho impactante. O rapaz revelou suas intenções sobre o tráfico e disse que não podia fazer aquilo com a jovem por ter recebido uma revelação de Deus”, contam.
O Ministério Iris foi fundado por Heidi e Rolland Baker e tem sua sede em Moçambique. Em Fortaleza os missionários realizam trabalhos nas favelas mais violentas da cidade, sempre realizando projetos junto aos mais esquecidos pela sociedade e que são sedentos pela Palavra de Deus como as prostitutas, os traficantes, órfãos e as viúvas. 
Fonte Gospel Prime 
Comentário:Trabalhos missionários como este, em lugares em favelas, comunidades, e boates, é que o Brasil e o mundo precisam para resgatar, libertar vidas e almas das garras do pecado, das garras dos príncipes das trevas, conduzindo a verdade que liberta, conduzindo seres humanos a dignidade, cidadania, e principalmente ao reino de Cristo livrados da condenação eterna, para a vida eterna.
Misericórdia, e paz, e amor vos sejam multiplicados.
Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.
Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo.
Mas quero lembrar-vos, como a quem já uma vez soube isto, que, havendo o Senhor salvo um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu depois os que não creram;
Judas 1:2-5

sábado, 1 de agosto de 2015

[Vídeo] procurador evangélico pede apoio contra corrupção

[Vídeo] procurador evangélico pede apoio contra corrupção

Imagem: Reprodução/EBC

Dallagnol também veio ao Rio participar do lançamento do projeto Dez Medidas contra a Corrupção, apresentado a lideranças comunitárias e religiosas, reunidas no Seminário Teológico Batista do Sul

Um “seguidor de Jesus, marido e pai apaixonado, procurador da República por vocação e mestre em Direito por Harvard” – como se define em sua página no Twitter, o procurador da República Deltan Dallagnol não esconde suas convicções cristãs e as utiliza para influenciar a sociedade de maneira positiva.

Tanto que veio ao Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28), para participar do lançamento do projeto Dez Medidas contra a Corrupção, apoiado pelo Ministério Público Federal, que pretende recolher 1,5 milhão de assinaturas para apresentar ao Congresso um projeto de iniciativa popular com ações anti-corrupção (assista ao vídeo abaixo). Ele apresentou o projeto a lideranças comunitárias e religiosas, reunidas no Seminário Teológico Batista do Sul, a quem pediu apoio à iniciativa. Há dez dias, também esteve em Campo Grande, para divulgar a proposta.
Com 35 anos, evangélico, da denominação batista, o procurador disse, segundo relato publicado na edição desta terça-feira do jornal ‘O Globo’, que “quem rouba milhões mata milhões”. Ele também pediu aos pastores e demais presentes orações para “mudar o sistema”, ao misturar temas ligados ao Direito e à religião.
“Em razão da minha cosmovisão cristã, eu acredito que nós temos uma janela de oportunidade, que Deus está abrindo para mudanças. Se a igreja luta por isso, Deus está respondendo”, afirmou o procurador. Ao final do evento, pastores ficaram de pé e fizeram uma oração ao lado de Dallagnol.
Procurador da República desde 2003, Dallagnol é especialista em crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro.
Dez Medidas contra a Corrupção
No vídeo abaixo, o procurador pede o engajamento da população nessa iniciativa e cita que o juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato, já assinou a proposta, assim como procuradores e delegados também apoiaram a proposta. “A Lava Jato trouxe esperança, mas agora precisamos da sua ajuda. Vamos juntos construir um país mais justo”, diz Dallagnol, protagonista da gravação publicada no Youtube e que tem circulado nas redes sociais e nos celulares via Whatsapp.
Dallagnol criticou a corrupção no país e disse que, baseado em dados das Nações Unidas, o Brasil gasta R$ 200 bilhões em propinas todos os anos. “Esse valor permitiria triplicarmos no Brasil o investimento federal em saúde ou educação e que melhorássemos tudo o que é gasto, em todo o país, por todos os entes da Federação, em segurança pública.”
Ele disse acreditar na punição de todos os envolvidos nos casos de corrupção envolvendo empreiteiras, agentes públicos e políticos que superfaturaram contratos com a Petrobras, recebendo propinas milionárias em dinheiro público.
“Nós vamos fazer o nosso melhor, tudo o que está em nosso alcance, para que todos sejam punidos, por todos os crimes, na medida de sua responsabilidade. Nós acreditamos que, neste caso, existe uma série de fatores que vai permitir que a punição seja alcançada de modo efetivo”.
Os dez temas da campanha contra a corrupção são os seguintes: Prevenção à corrupção, transparência e proteção à fonte de informação; Criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos; Aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores; Aumento da eficiência e da justiça dos recursos no processo penal; Celeridade nas ações de improbidade administrativa; Reforma no sistema de prescrição penal; Ajustes nas nulidades penais; Responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa 2; Prisão preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado; Recuperação do lucro derivado do crime.
Para participar da campanha e baixar os formulários para recolher assinaturas, basta acessar o endereço eletrônico www.combateacorrupcao.mpf.mp.br.
Escutas na cela de Yousseff
O procurador também integra o núcleo da Operação Lava Jato, e negou nesta segunda-feira (27) que tenha havido escuta na cela onde estava o doleiro Alberto Youssef, na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba. O fato, denunciado pelo próprio Youssef, em abril do ano passado, foi refutado por uma sindicância concluída pela PF em setembro de 2014.
“Jamais apareceram quaisquer escutas e muito menos indicativos de influência delas nas investigações. É um caso sob investigação. Mas jamais identificamos qualquer escuta que tenha sido instalada. O que existiu é um aparelho que, em princípio, não estava funcional. Esta é uma situação sob apuração”, sustentou o procurador.
Dois policiais federais admitiram, durante audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, no dia 2 de julho, que as escutas existiram. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, também em depoimento à CPI da Petrobras, no último dia 15, classificou de gravíssimo o fato, se for comprovado.

Fontes: Agência O Globo e Valor Econômico e Verdade Gospel

Comentário: Eu apoio autoridades como este procurador evangélico de muita coragem para convocar o povo a participar na campanha contra a corrupção e ajudar assinando e compartilhando este vídeo. São muitas as mudanças que o Brasil precisa, porém esta do LavaJato é de urgência, todos precisam participar! 


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